Arquivado em: Final | Tags: Alemanha, Ballack, Casillas, Espanha, Euro 08, Eurocopa, Fábregas, Fernando Torres, Frings, Iniesta, Klose, Lahm, Lehmann, Marcos Senna, Podolski, Silva, Xavi
Melhor ataque, melhor defesa, melhor goleiro, melhor volante e o artilheiro. Seria injusto se o tÃtulo não ficasse com a Espanha.
Diferentemente de outros anos, quem “pipocou” foram Holanda, Rússia, França, Itália. O time espanhol soube dosar ataque e defesa com inteligência.
A Alemanha foi um duro oponente para os espanhóis e justificou por que chegou à sua sexta final de Eurocopa: durante os primeiros 20 minutos pressionou a meta de Casillas. Mas o goleiro levou a melhor em todas as bolas alçadas à área da Espanha.
Um desvio de Metzelder contra a própria meta foi, ironicamente, a primeira grande chance da Espanha. A Fúria equilibrou as ações e fez prevalecer seu toque de bola. Isso cansaria os alemães, sem tantas opções no banco de reservas.
Cruzamento de Sérgio Ramos para Torres aos 21 minutos e bola no poste de Lehmann. Com Fabregas e Silva apagados, brilharam Senna e Xavi.
E foi do meia barcelonista o passe para o gol (do tÃtulo) espanhol: jogada nas costas de Lahm, Torres ganhou na corrida e foi rápido o suficiente para tocar por cima do arqueiro germânico: 1 x 0 (foto).
Foto: AFP (mais…)
Arquivado em: Final, Palpites | Tags: Alemanha, Ballack, Capdevilla, David Silva, Espanha, Euro 08, Eurocopa, Fábregas, Friederich, Frings, Iniesta, Klose, Lahm, Marchena, Marcos Senna, Metzelder, Podolski, Puyol, Ramos, Schweinsteiger, Torres, Xavi
Tudo parecia bem depois da vitória por 2 x 0 sobre a Polônia: Podolski desencantou depois de dois passes de Klose.
Mas, tinha uma (boa) Croácia no meio do caminho. Os eslavos abriram dois gols de vantagem e Podoslki não foi suficiente para empatar o jogo. Péssima jornada de Lahm, Metzelder e principalmente, Jansen, contribuÃram para a derrota por 2 x1. De bom, apenas a atuação de Schweinsteiger – que acabaria expulso.
A vitória contra os vizinhos austrÃacos era uma necessidade. Ela veio simples, minimalista: 1 x 0 num chutaço de falta de Ballack.
Então, a Alemanha pareceu ter acordado. Um primeiro tempo fulminante contra Portugal. Schweinsteiger e Klose, em duas jogadas de Podolski. Destaque também para a exibição de Ballack, autor do terceiro gol, sacramentando a vitória.
Na semifinal, foi preciso encarar a boa surpresa turca. O time começou mal e contou com a sorte para não ter levado dois ou mais gols ainda na primeira etapa. Mas a equipe comandada por Joachim Low teve frieza e um gol do “Porco” (Schwein, em alemão) deixou tudo igual.
Klose virou o jogo, mas os turcos empataram. Coube à Lahm – de apenas três gols com a camisa alemã e numa Euro apagada – marcar o sofrido 3 x 2.
Quem é o favorito amanhã: a Espanha. O campeão: a Alemanha. Aposto nisso por crer na superioridade da defesa alemã contra o ataque espanhol.
Fabregas, Torres e Silva estão num momento melhor que Klose, Podolski e Gomez. No meio, a coisa é equilibrada: Ballack, Frings e Hitzlsperger valem o mesmo que Xavi, Senna e Iniesta.
Para mim, a diferença está na linha defensiva: Friederich, Metzelder, Mertersacker e Lahm têm mais poder de decisão que Ramos, Marchena, Puyol e Capdevilla. Ainda que limitados, os laterais alemães apoiam mais. E Marchena sozinho não dará conta do ataque da Alemanha.
Arquivado em: Final | Tags: Casillas, David Villa, Espanha, Euro 08, Eurocopa
Tudo começou com uma vitória sobre a Rússia. Um 4 a 1 incontestável em cima de Pavlyuckenko e cia. A vitória mostrou ao grande público o até então desconhecido David Villa. O camisa 7 marcou três gols a despontou como revelação da Euro 08.
Na segunda partida, um jogo mais difÃcil contra a Suécia e um 2 a 1 que começou a preocupar os torcedores da fúria espanhol. Mais uma vez destaque para David Villa que marcou o gol da vitória aos 47 da segunda etapa.
Para encerrar a primeira fase, os espanhóis despacharam a então campeã Grécia. Outro 2 a 1.
Classificada em primeiro, com uma das melhores campanhas da primeira fase, a Espanha viu ressurgir o falatório sobre suas “amareladas”. Apesar da campanha muito mais convincente da Fúria, muito apostaram no italianos no embate das quartas-de-final. O jogo foi difÃcil, decidido nos pênaltis. Mas brilhou a estrela de Casillas que defendeu 2 e garantiu a Espanha na semifinal.
A adversária seria novamente a Rússia de Guus Hiddink. Após eliminar a Holanda, a Rússia tinha sido elevada à condição se sensação do torneio. Mas caiu novamente, 3 a 0 para a Espanha.
Agora a Fúria tem que provar para todos (e para si mesma) que pode ter nervos de aço na hora da decisão. Eu acredito. E você?
Amanhã (29), Alemanha e Espanha decidem quem será a campeã da Eurocopa 2008. Não há favoritos e o jogo promete. A Espanha luta pelo bicampeonto; os alemães buscam sua quarta conquista. E, como vem se tornando comum, jogam o favoritismo no colo dos espanhóis. Entrevistados pela EFE, a chanceler alemã Angela Merckel e o ex-jogador Oliver Bierhoff afirmaram eu a Fúria está melhor que a equipe germânica.
Para mim parece mais estratégia isso de jogar o fardo do favoritismo no colo do adversário. Mas se me perguntarem, eu digo sem medo de errar: a Espanha, mesmo sem Villa, é favorita e muito.
